O projeto de reabilitação e conservação do Museu Nacional de Azulejo, em Lisboa, deverá estar concluído no início do segundo semestre do ano. A obra de recuperação está a cargo da Cari.
A empresa especializada em trabalhos de construção civil, com experiência em obras de edificação, reconstrução, conservação e restauro, faz saber que a intervenção tem o valor de 4 milhões de euros.
Segundo a comunicação da Cari, “trata-se de uma empreitada de requalificação patrimonial num imóvel classificado que conjuga trabalhos de recuperação de coberturas, fachadas e vãos com uma componente especializada de conservação e restauro, que permitirá melhorar a experiência dos visitantes e contribuir desta forma para a valorização cultural e turística da cidade de Lisboa.”
Na vertente de conservação e restauro, “a intervenção incide sobre o Claustro D. João III, Claustrim, restaurante e Jardim de Inverno, abrangendo cantarias, pavimentos, fontanários, rebocos, tetos, pintura decorativa e envidraçados, incluindo o revestimento azulejar do murete exterior da galeria do 1.º piso do claustro e os azulejos da parede nascente do restaurante.”
Já na vertente construtiva e de recuperação do edifício, a “empreitada contempla também trabalhos nas coberturas, nomeadamente revisão e reparação de estrutura em madeira, remoção de elementos degradados em telha, aplicação de membranas, isolamento, coberturas em telha e revestimento em chapas de cobre, rufos, capeamentos, caleiras em zinco, reparação do para-raios e instalação/adequação de iluminação.”
A empresa faz notar que “a intervenção apresenta um elevado grau de exigência técnica, pela necessidade de conciliar a preservação patrimonial com a integração de soluções construtivas contemporâneas, assegurando padrões elevados de funcionalidade, segurança e eficiência.”
A Cari acrescenta que “mais do que uma empreitada de engenharia, esta obra insere-se num esforço mais amplo de modernização das infraestruturas culturais nacionais, com o objetivo de melhorar as condições de conservação, acessibilidade e fruição do património, garantindo simultaneamente o respeito pela identidade histórica do edifício.”









