A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) apresenta a 23 de fevereiro, no Teatro Tivoli BBVA, o quinto concerto do ciclo dedicado ao barroco iniciado já em 2025. Depois de quatro eventos realizados ao longo do ano passado, a série chega agora a um novo momento com “À Grande e à Francesa”, programa que coloca em destaque as suites orquestrais de Jean-Philippe Rameau sob direção do cravista Fernando Miguel Jalôto.
O concerto integra-se na programação mais alargada da OML para a temporada 2025/2026 no teatro lisboeta, que totaliza sete apresentações até junho. A parceria entre as duas instituições, iniciada em 2023/2024, tem vindo a consolidar-se e representa esta época mais do dobro dos concertos realizados no início da colaboração.
O ciclo arrancou a 15 de setembro de 2025 com o concerto de abertura da temporada da orquestra, dirigido por Pedro Neves, e prosseguiu em outubro com “Sonhos de Inverno” de Tchaikovsky, em novembro com “A Reinvenção de Schubert” e em dezembro com “O Mundo da Ópera”, que contou com a soprano Andrea Conangla.


A 22 de março, a Sinfonia Pastoral de Beethoven será o centro de um concerto dirigido pelo maestro inglês Paul Daniel, com a participação do percussionista Rodrigo Azevedo. O ciclo encerra a 8 de junho com o concerto de aniversário da Metropolitana: “Quadros de uma Exposição”, de Mussorgsky, e o Concerto para Piano n.º 3 de Rachmaninov, numa versão para acordeão pelo jovem João Barradas.
Os bilhetes para os concertos estão disponíveis na Ticketline e locais habituais.









