A 22.ª edição do concurso da Fundação Bial voltará a “galardoar uma obra intelectual original, de índole médica, com uma componente de investigação clínica.” As candidaturas estão abertas até 31 de Agosto.
A Fundação, criada em 1994 pela farmacêutica Bial, salienta que o prémio deste ano – cujo regulamento pode ser consultado aqui – terá como presidente do júri o médico reumatologista e professor catedrático multipremiado Jaime Branco.
De acordo com os regulamentos do Prémio Bial de Medicina Clínica, dos trabalhos a concurso “pelo menos um dos autores tem de ser médico nacional de um país de expressão oficial portuguesa.” Além do trabalho vencedor, que irá receber 100 mil euros, “poderão ser atribuídas Menções Honrosas (no máximo duas) no valor de 10 mil euros cada.”
Em comunicado, Jaime Branco, presidente do júri, assinala que o prémio de “Medicina Clínica tem vindo a consolidar-se, ao longo de quatro décadas, como um dos principais motores de incentivo à investigação clínica em Portugal e no espaço lusófono. Em cada edição, o júri depara-se com o desafio, simultaneamente exigente e estimulante, de apreciar trabalhos de elevadíssima qualidade científica, o que reflete bem o dinamismo e a maturidade da investigação clínica na nossa comunidade.”
Desde a sua instituição, o Prémio Bial de Medicina Clínica analisou 720 obras candidatas e mobilizou 1853 investigadores, médicos e cientistas. Em 21 edições, distinguiu 111 trabalhos de 316 autores, tendo sido editadas e distribuídas gratuitamente aos profissionais de saúde 44 obras premiadas, num total de mais de 326.000 exemplares.

Além de Jaime Branco, o júri é constituído por Miguel Castelo-Branco (Faculdade de Ciências da Saúde – U. Beira Interior), Helena Cortez-Pinto (Faculdade de Medicina – U. Lisboa), Henrique Cyrne Carvalho (Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar – U. Porto), Ricardo Fontes de Carvalho (Faculdade de Medicina – U. Porto), Cristina Nogueira-Silva (Escola de Medicina – U. Minho), Roberto Palma dos Reis (Faculdade de Ciências Médicas | Nova Medical School U. Nova de Lisboa), Isabel Palmeirim (Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas – U. Algarve) e Isabel Santana (Faculdade de Medicina – U. Coimbra).









