Docentes, investigadores, técnicos de educação e estudantes reuniram-se na Universidade de Aveiro e defenderam que o diálogo interinstitucional é para reforçar. Em que moldes e com que financiamento são os desafios que se seguem.
A EPIC – Excelência Pedagógica e Inovação em Cocriação integra as universidades de Aveiro, da Beira Interior e do Minho e os institutos politécnicos do Cávado e do Ave, de Leiria e de Viana do Castelo. No IV Fórum pretendeu-se equacionar os caminhos a traçar para aprofundar o modelo pedagógico inovador que foi desenhado ao longo dos trabalhos do consórcio.

Manuel João Costa, coordenador do consórcio EPIC, fez nota de que não há “um modelo fechado. Está aberto a contributos de toda a comunidade”, daí desafiar toda a comunidade académica “a consultar o referencial alcançado e a participar com contributos para continuarmos o processo de transformar e valorizar o ensino superior.”
Na ocasião, Manuel João Costa mostrou-se otimista – “um otimismo assente em bases” -, de que o trabalho em equipa vai ser aprofundado, sendo que “há questões a definir, em termos de financiamento, da forma como vamos aprofundar este relacionamento interinstitucional.”
A necessidade de introduzir conceitos novos foi enfatizada por Sandra Soares, vice-reitora para a Educação da Universidade de Aveiro, tendo considerado ser necessária ”uma transformação profunda dos planos curriculares e das práticas pedagógicas, para que as instituições de Ensino Superior não percam valor e mantenham a sua relevância.”








