O produtor e enólogo Márcio Lopes tem uma visão particular sobre os vinhos e não esconde o seu “desalinhamento”. Desta vez, com este tinto, salienta estar “a criar um estilo que não responde a modas, mas que viaja no tempo”. Refere querer “que o vinho continue a ser encorpado e fresco, mesmo com os efeitos do aquecimento global”.
O responsável explica que este tinto “é uma visão do Douro do futuro, com base em vinhas velhas e castas de ciclo longo, mais resistentes ao calor, mas que mantém acidez, frescura, elegância, equilíbrio e capacidade de envelhecimento”. Márcio Lopes considera que o Proibido Déjà Vu “é uma resposta consciente às mudanças climáticas no Douro, tendo em conta o aquecimento global, pensado para as próximas décadas.
No que diz respeito à vinificação, o produtor refere que as uvas foram pisadas a pé em pequenos lagares, seguindo-se uma fermentação lenta e ainda um estágio de 12 meses em barricas usadas. Márcio Lopes diz que se trata de um vinho com grande complexidade aromática, encorpado, fresco e equilibrado.
| FICHA TÉCNICA | |
| Nome | Proibido Déjà Vu |
| Ano | 2022 |
| Tipo de Vinho | Tranquilo |
| Cor | Tinto |
| Região | Doc Douro |
| Castas | Touriga Nacional, Tinta Roriz, Alvarelhão e Tinta da Barca |
| Temperatura Ideal | 15ºC – 16ºC |
| Harmonização | Peixes gordos e carnes vermelhas |
| Enologia | Márcio Lopes |
| PVP | 19,50€ |








