A casa Costa Boal Family Estates define este vinho como a continuidade de um património vitícola único. O produtor António Costa Boal revela que nasce de vinhas velhas da Quinta dos Távoras, em Mirandela, com muitas décadas de história, que a família continua a preservar.
António destaca que “cada colheita procura traduzir a identidade destas vinhas e do território transmontano, respeitando a sua autenticidade”. Para o responsável, mais do que lançar novos vinhos, o objetivo da casa é “perpetuar um legado e mostrar que Trás-os-Montes produz alguns dos vinhos mais elegantes e longevos de Portugal”. Na sua perspetiva, “as vinhas velhas conferem uma enorme complexidade e profundidade aos vinhos, sendo um património que merece ser preservado”.
O produtor e representante da família sublinha que “todo o trabalho começa na vinha, com uma seleção muito rigorosa das uvas e vindima manual”. Na adega, explica, “a intervenção é mínima, permitindo que cada parcela expresse naturalmente a sua personalidade”. O vinho estagia em barricas de carvalho francês, utilizadas, segundo a vinícola, “apenas para acrescentar complexidade, nunca para esconder o caráter do vinho”.



António Costa Boal revela que a maior dificuldade é trabalhar com vinhas velhas: “Produzem muito menos uva, exigem um enorme acompanhamento ao longo do ano”. O Grande Reserva Tinto nasce igualmente de um field blend proveniente das vinhas velhas, onde diversas castas convivem naturalmente na mesma parcela.
| FICHA TÉCNICA | |
| Nome | Palácio dos Távoras Grande Reserva Tinto |
| Ano | 2021 |
| Tipo de Vinho | Tranquilo |
| Cor | Tinto |
| Região | Trás-os-Montes |
| Castas | Vinhas Velhas |
| Temperatura Ideal | 16ºC-18ºC |
| Harmonização | Cabrito, cordeiro, carnes maturadas e caça |
| Enologia | Paulo Nunes |
| PVP | 29€ |








