Passados quinze anos sobre a primeira edição, o ZigurFest está de regresso a Lamego, onde tudo começou. Entre 20 e 22 de agosto, o festival volta às origens para uma última celebração antes de uma nova fase, reunindo o melhor da criação contemporânea nacional num evento que promete transformar a cidade num epicentro da cultura feita em Portugal.
Depois de mais de uma década a desafiar convenções, o ZigurFest regressa a agosto e aos lugares que lhe deram vida — o TRC, a Olaria, a Ponte e a Alameda — para um encontro que vai muito além da nostalgia. Trata-se, segundo a organização, de uma catarse necessária para desprender o festival do passado e abraçar, sem receios, o futuro que já está a ser preparado.
A associação Zigur e o festival trabalham há algum tempo numa mudança estrutural, mas garantem que o próximo capítulo será revelado com o cuidado e o respeito que o público merece. Até lá, asseguram que o futuro partilhado está definido e que o presente — ainda que por vezes nublado — deve ser celebrado com o mesmo espírito de comunhão que sempre os guiou.
O cartaz desta edição, que a organização promete ser um reflexo atual do meio artístico e da sociedade — em constante reinvenção, mas também em resistência e recusa de conformismos — será divulgado em breve. O design é mais uma vez assinado por Rui Pedro Martins, partindo de uma recolha fotográfica feita nas ruas de Lamego. Até lá, fica o convite: de 20 a 22 de agosto, o ZigurFest volta a transformar o mundano em prodigioso, o comum em extraordinário, o confronto em diálogo aberto.









