A marca Dalva decidiu juntar à gama Metamorfose, que apenas tinha um branco de 2019, duas novas referências: o Dalva Metamorfose Rosé 2021 e o Dalva Metamorfose Tinto 2017. Neste caso, o rosé chegou agora ao mercado que a casa identifica “no seu momento ideal”.
O vinho foi elaborado a partir de uma única casta, Tinta Roriz, e proveio de uma vinha do Cima Corgo (Douro), a cerca de 300 metros de altitude, que os responsáveis apontam como características lhe confere identidade e autenticidade. A vinícola considera que o seu grande fator distintivo está na vinificação, ou seja, um rosé fermentado e estagiado durante três anos e meio numa barrica usada de 500 litros de carvalho francês, o que lhe aporta “uma complexidade rara para um Rosé”.
Com enologia de José Manuel Sousa Soares, o duriense é avaliado no aroma com “grande carácter, com notas de evolução, resultantes do estágio em madeira”. O enólogo acrescenta que, em contraponto, se percebe “uma acidez fresca e equilibrada por uma textura cremosa e elegante, terminando com um final longo e persistente”.
As uvas foram selecionadas manualmente à entrada da adega e, após desengace total e prensagem, seguiu-se decantação a frio. O mosto, fermentado e estagiado, foi engarrafado em maio de 2025. A marca, detida pela Granvinho, salienta que “os vinhos da gama Dalva Metamorfose refletem liberdade, criatividade e evolução e este Rosé é um exemplo perfeito disso”.

| FICHA TÉCNICA | |
| Nome | Dalva Metamorfose Rosé |
| Ano | 2021 |
| Tipo de Vinho | Tranquilo |
| Cor | Rosé |
| Região | DOC Douro |
| Castas | 100% Tinta Roriz |
| Temperatura Ideal | 10ºC – 12ºC |
| Harmonização | Ideal para acompanhar pratos de peixe grelhado, ou mesmo atum braseado. Igualmente com carnes brancas assadas e legumes assados. A sua acidez e textura permitem também ligação a queijos de média intensidade. |
| Enologia | José Manuel Sousa Soares |
| PVP | 35 € |








