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Está a chegar a 5.ª edição do Festival Jazz Manouche de Almada

A 5.ª edição do Festival Jazz Manouche de Almada está agendada para os dias 8, 9 e 10 de maio de 2026, no Cine Incrível, em Almada. Com uma programação internacional que cruza a tradição com a contemporaneidade, o evento recebe artistas de França, Espanha e Portugal, consolidando-se como uma plataforma de excelência artística e de projeção da cidade no circuito internacional do gypsy jazz.

Inspirado no legado de Django Reinhardt, o festival celebra o espírito livre do jazz manouche e assume a missão de afirmar este género musical em Almada e no país, promovendo o envolvimento da comunidade. Para além da música, a iniciativa propõe uma experiência cultural imersiva que integra dança, formação e conteúdos audiovisuais, fomentando o diálogo intercultural, a revitalização urbana e o turismo. Com mais de uma década de percursor, o evento honra a tradição cigana e reforça a posição de Almada no panorama internacional do jazz manouche.

O programa tem início no dia 8 de maio com o concerto do David Regueiro Trio, que conta com a participação do violinista francês Thomas Kretzschmar. O guitarrista galego e o músico francês unem-se num novo projeto de jazz manouche, fruto de uma ligação artística consolidada em festivais em França e em composições lançadas em 2024. Em quarteto com Gonçalo Mendonça e Juyma Estévez, prometem uma viagem musical virtuosa e emotiva pelo universo do gypsy jazz.

No dia 9 de maio, sobe ao palco o Nouveau Quintette du Hot Club de France. Quase 75 anos após o último concerto da formação original, o quinteto renasce sob a liderança de Duved Dunayevsky e Daniel Garlitsky para revisitar o legado de Django Reinhardt e Stéphane Grappelli. O projeto combina clássicos, composições originais e repertório swing das décadas de 1910 a 1940, oferecendo uma interpretação autêntica do swing pré-guerra e recuperando repertórios raros, projetando a herança do jazz manouche nos palcos internacionais.

O último dia, 10 de maio, começa com uma aula de dança orientada pela Escola Blues & Swing Lisboa, especializada em danças vintage. Parceiros do festival desde a primeira edição, promovem um ambiente inclusivo e descontraído para aprender a dançar, lembrando que “dançar faz bem à saúde, mexe o corpo e arrebita a alma”. Ainda neste dia, atuam os Stomping at 6, uma banda lisboeta de swing e blues formada por seis músicos inspirados pela dança swing. O repertório foca-se no jazz e blues das décadas de 1920 a 1940, incluindo adaptações de outras canções para este estilo, como o fado, num espetáculo energético e envolvente que alterna temas frenéticos e blues intensos.

O Festival Jazz Manouche de Almada é uma marca registada que se afirmou no tecido cultural das freguesias de Almada. Ao longo de quatro edições, registou uma grande adesão do público e tem sido fundamental para projetar a cidade e a sua freguesia. Alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), promove a cultura, a inclusão social e o fortalecimento das comunidades locais.

A organização está a cargo da Alma Danada Associação Criativa, entidade cultural sediada em Almada que gere o Cine Incrível desde 2011. A associação desenvolve projetos de programação, formação e dinamização artística, contando com uma equipa multidisciplinar de profissionais do espetáculo, produção e comunicação. Em mais de 13 anos de atividade, a Alma Danada tem contribuído para a valorização do património cultural, a formação de públicos e a dinamização económica e social do Centro Histórico, atraindo visitantes, artistas e novos negócios à cidade.

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