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Sonae ultrapassa 2,7 mil milhões de euros no primeiro trimestre de 2026

A Sonae registou um volume de negócios consolidado superior a 2,7 mil milhões de euros no primeiro trimestre de 2026, o que representa um crescimento homólogo de mais de 7%, impulsionado sobretudo pelos negócios de retalho, tanto por via do crescimento orgânico como da expansão da rede de lojas. O EBITDA subjacente melhorou 17%, fixando-se em 255 milhões de euros, com contributos positivos de todos os segmentos de retalho. Já o resultado líquido atribuível aos acionistas atingiu 47 milhões de euros, um aumento de 11% face ao período homólogo, sustentado pelo crescimento dos negócios nacionais e internacionais, ganhos de eficiência e solidez financeira.

Em comunicado, Cláudia Azevedo, CEO da Sonae, sublinhou que o grupo iniciou 2026 com mais um trimestre forte, evidenciando a resiliência e a qualidade das suas empresas. No retalho alimentar, a MC manteve uma dinâmica operacional sólida, apoiada na proximidade com os clientes e no crescimento sustentado de volumes. No segmento de Saúde e Beleza, a Wells e a Druni continuaram a apresentar um forte desempenho, beneficiando do aumento das vendas em lojas comparáveis e da abertura de novas lojas.

A Worten registou um trimestre positivo, impulsionado pela procura resiliente nas categorias core e pela proposta omnicanal, com as vendas online em aceleração e o negócio de serviços a crescer internacionalmente através da iServices. A Musti manteve a trajetória de crescimento, reforçando a rentabilidade, enquanto a Sierra beneficiou do desempenho robusto dos centros comerciais, com avanços na integração das operações na Alemanha. A NOS voltou a demonstrar resiliência e disciplina operacional, apostando na eficiência, inovação e qualidade de serviço.

A nível consolidado, a Sonae reforçou a sua solidez financeira, com a margem de EBITDA subjacente a subir de 8,5% para 9,3%. A geração de fluxos de caixa permitiu avançar no processo de desalavancagem, tendo o valor do portefólio aumentado 9% no trimestre e 20% nos últimos doze meses. O grupo acelerou ainda o investimento em inteligência artificial, gerando ganhos de eficiência e melhorando a experiência do cliente em vários negócios. Nos mercados de capitais, a cotação da Sonae manteve uma trajetória positiva, reduzindo o desconto implícito face ao NAV para 33% no final do trimestre.

A dívida líquida consolidada diminuiu 163 milhões de euros em termos homólogos, para 1,7 mil milhões de euros, e o loan-to-value recuou para 13%. O valor líquido dos ativos (NAV) aumentou para 5,5 mil milhões de euros, mais 20% do que no mesmo período do ano anterior, correspondendo a um NAV por ação de 2,85 euros.

No plano da responsabilidade social, a Sonae apoiou as comunidades afetadas pelas tempestades que assolaram o país, através da disponibilização de bens, infraestruturas logísticas e recursos financeiros. O grupo lançou ainda a quarta edição do Prémio Sonae Educação, no valor de 150 mil euros, destinado a projetos que promovam a inovação e a inclusão na educação, e uma nova edição do Programa Contacto, que superou as 3.300 candidaturas na sua 40.ª edição.

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