Os prémios visam “impulsionar uma transição ecológica justa” e têm as candidaturas abertas até 11 de Março, para startups, PME, ONGs e entidades públicas.
A 3.ª edição da iniciativa, anteriormente denominada ‘Prémios Future for All’, tem “a novidade de, pela primeira vez, entidades sediadas em Portugal poderem candidatar os seus projetos”
Segundo a Fundação Moeve, a “dotação dos prémios é de 120 mil euros, a repartir por um máximo de três projetos, juntamente com um acompanhamento especializado posterior através de sessões de mentoria.”
Os prémios visam reconhecer “projetos que unam a proteção ambiental ao desenvolvimento das comunidades”, procurando “catalisar uma transição ecológica justa e inclusiva em toda a península ibérica, garantindo que a inovação não deixa ninguém para trás.”
O objetivo do prémios é assim o de “apoiar projetos que apresentem soluções concretas para desafios como a economia circular, a mobilidade sustentável e a recuperação ambiental”, propósito que levou a 214 candidaturas na edição de 2025.
Mais uma vez pretende-se distinguir “projetos em fase intermédia ou avançada de desenvolvimento que possam demonstrar resultados significativos e capacidade de escalar o seu impacto” e que estejam focados em áreas chave para a transição ecológica justa, tais como: “economia circular, consumo responsável, mobilidade sustentável, acesso a energias renováveis, recuperação ambiental, formação para o emprego verde e inovação social.”
O prazo para a apresentação de candidaturas termina a 11 de Março de 2026 e podem concorrer “pessoas singulares ou coletivas de pequena a média dimensão, públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, como startups, entidades sociais, pequenas empresas, instituições de ensino, ONG, fundações e associações.”









