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Apagão no YouTube a nível global deixa milhões sem acesso

Depois da rede social X, o antigo Twitter, ter conhecido problemas no seu funcionamento esta semana, como o LusoNotícias aqui deu conta, foi agora a vez da plataforma de vídeos YouTube, propriedade da gigante Google, ter sofrido esta quarta-feira, 18 de fevereiro, uma falha generalizada que afetou utilizadores em vários pontos do globo, incluindo Portugal. O problema, que durou cerca de uma hora, impediu o acesso à página inicial e aos vídeos, gerando mais de 300 mil queixas em todo o mundo.

De acordo com o portal Down Detector, especializado em monitorizar o funcionamento de serviços online, as primeiras ocorrências começaram a ser registadas pelas primeiras horas da madrugada em Portugal (cerca das 00h56), com um pico de reclamações perto das 7h00 (hora de Lisboa). Em território nacional, a falha fez-se sentir sobretudo nos grandes centros urbanos, onde os utilizadores se depararam com ecrãs em branco ou mensagens de erro ao tentar aceder à plataforma, tanto no computador como nas aplicações móveis e smart TVs.

A dimensão do problema foi global. Nos Estados Unidos, mais de 320 mil utilizadores reportaram dificuldades, mas as falhas também se estenderam a países como o Reino Unido, Índia, Austrália, México e Brasil. Apesar do pânico inicial, a navegação não foi totalmente interrompida: algumas funcionalidades, como pesquisas manuais ou o acesso a canais subscritos, continuaram a operar, ainda que de forma mais lenta do que o habitual.

Em comunicado publicado na rede social X (antigo Twitter) e numa página de suporte, o YouTube confirmou rapidamente a existência do problema, tranquilizando os utilizadores. “Se está com problemas para aceder ao YouTube agora, não se preocupe, não está sozinho — as nossas equipas estão a investigar o problema”, escreveu a empresa.

A causa da interrupção foi identificada como sendo uma falha no sistema de recomendações da plataforma. Foi este erro técnico que impediu os vídeos de serem exibidos corretamente na página inicial e nas diversas superfícies do serviço, incluindo o YouTube Music (serviço de streaming de música) e o YouTube Kids (aplicação dedicada ao público infantil).

Cerca das 8h00 da manhã (hora de Lisboa), a empresa informou que a página inicial já estava a ser restaurada, embora as equipas de engenharia continuassem a trabalhar para uma resolução total do serviço. Pouco depois, numa atualização final, o YouTube confirmou que a normalidade tinha sido reposta: “O problema com o nosso sistema de recomendações foi resolvido e todas as nossas plataformas (YouTube.com, a app YouTube, YouTube Music, Kids e TV) estão de volta ao normal!”, garantiu a equipa.

Este incidente ocorre numa semana de instabilidade no mundo digital. Na passada segunda-feira, foi a vez da rede social X (anteriormente Twitter) sofrer duas interrupções consecutivas em vários países, incluindo Portugal, por motivos que a plataforma ainda não esclareceu oficialmente. A coincidência das falhas levanta, uma vez mais, a questão da elevada dependência global em relação a estas plataformas e a fragilidade das suas infraestruturas tecnológicas. O YouTube, que conta com mais de 2,5 mil milhões de utilizadores ativos mensalmente, viu o seu serviço rapidamente restabelecido, mas o “apagão” desta madrugada serviu para lembrar o papel central que a plataforma ocupa no quotidiano de milhões de pessoas, seja para entretenimento, informação ou trabalho.

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