Depois de Portugal e Espanha, o operador turístico alargou a sua operação a Itália, com “tours, atividades e experiências que respondem à crescente procura por viagens que combinam vários destinos do sul da Europa.”
O novo passo na estratégia de expansão internacional, levou a Living Tours a operar “em cidades e regiões como Roma, Veneza, Florença, Milão, Nápoles, Costa Amalfitana, Lago Como, Cinque Terre e Dolomitas, incluindo visitas guiadas, excursões de um dia, tours privados, experiências gastronómicas, provas de vinhos, atividades culturais e passeios de barco.”
A operadora salienta em comunicado que “a decisão de apostar no mercado italiano surge da necessidade que a empresa tem vindo a identificar junto de viajantes provenientes de mercados fora da Europa, que procuram otimizar o tempo e o investimento associados a viagens de longa distância, aproveitando a mesma deslocação para conhecer várias cidades, regiões e até diferentes países europeus.”
O grupo Living Tours salienta que também em Itália “aposta em experiências culturais e visitas ao património, propostas gastronómicas e enoturísticas, atividades ao ar livre e outras formas de conhecer os destinos de uma perspetiva mais próxima e autêntica.”
Rui Terroso, CEO e fundador do Grupo Living Tours, refere que “a entrada em Itália representa um passo muito importante na evolução do grupo Living Tours. Para quem viaja de mercados de longa distância, como os Estados Unidos ou o Brasil, a própria perceção de distância é muito diferente da de um viajante europeu. Quando atravessam o Atlântico, estes viajantes procuram muitas vezes aproveitar a mesma viagem para conhecer vários destinos europeus, e temos recebido cada vez mais pedidos nesse sentido.”
A escolha de Itália pela Living Tours representa também uma aposta num dos destinos turísticos mais procurados do mundo. Segundo dados do Ministério do Turismo italiano, Itália mantém-se como o destino europeu mais procurado no Verão de 2026, registando uma taxa de ocupação de 51,2% nas plataformas de reserva online, acima de mercados como Espanha e França.









